Em Lusaka: especialistas de comunicação participam do I Fórum de Mídia organizado pelo CDC África

Com vista a dotar os Especialistas de Comunicação da África Austral em matérias de pesquisa em Saúde, com enfoque para as actividades desenvolvidas pelo CDC África, instituição criada em Janeiro de 2017, teve lugar de 11 a 13 de Março corrente, em Lusaka, na Zâmbia, a Primeira Mesa Redonda destinada a Jornalistas de Saúde, organizada por esta instituição filiada à União Africana.

O evento enquadra-se na estratégia de comunicação do CDC África, que visa o incremento de conhecimentos e compreensão de assuntos ligados às actividades desenvolvidas por esta organização ao nível do continente africano, com destaque para a Saúde.

Dentre os vários objectivos, pretende-se criar uma rede que envolva Jornalistas e Oficiais de Comunicação do sector da Saúde com o propósito de promover a investigação em Saúde, dar visibilidade as actividades do CDC África, e através de histórias de vida e de sucesso/superação de doenças, incentivar a população para a prevenção de doenças e adoptar um estilo de vida saudável.

Em representação do Director Geral do CDC África, o Chefe da Política e Diplomacia da Saúde do CDC África, Dr. Benjamin Djoudalbaye, referiu na sessão de abertura do evento que é expectativa daquele órgão africano que “os participantes possam replicar o que vão aprender estes dias nos vossos países com os jornalistas da área da Saúde de modo a que passem mensagens positivas para o controle das doenças no continente e em especial na África Austral.

Participaram do evento 26 jornalistas do sector de Saúde ao nível da África Austral, sendo que Moçambique foi representado por Maider Mavie e Jacinto Nhancale, Jornalistas e actualmente afectos ao Gabinete de Comunicação do Ministério da Saúde e Departamento de Ensino, Informação e Comunicação do Instituto Nacional da Saúde, respectivamente.

O CDC África é uma instituição técnica da União Africana que serve de plataforma para os Estados Membros partilharem conhecimentos, trocarem lições aprendidas, criarem capacidades para a melhoraria da vigilância, resposta de emergência e a prevenção de doenças infecciosas no continente africano. Apoia os países africanos na abordagem de surtos, desastres naturais ou provocados pelo homem e eventos de saúde pública de interesse regional e internacional.