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Artigos em destaque

Evolução da resistência primária aos antiretrovirais em casos de HIV do subtipo C epidémico em Moçambique

Antecedentes

A região da Africa Subsahariana é a região do mundo mais assolada pelo HIV. Moçambique é um dos nove países da região com uma prevalência de HIV, acima de 10%, fazendo fronteira com a Suazilândia e a África do Sul. Em Moçambique, o tratamento antiretroviral altamente activo (HAART) foi introduzido em 2004 seguido de descentralização e expansão, resultando em um aumento de mais de 20 vezes na cobertura até 2009. A implementação de protocolos de vigilância de resistência transmitida do HIV aos fármacos antiretrovirais (HIVDR-TS) é crucial, visto que estes permitem monitorar o surgimento de Resistência Viral Transmitida (TDR), assim como permitem produzir recomendações baseadas em evidências para apoiar a política antiretroviral (ARV) em Moçambique.
A população desta pesquisa foi constituída por mulheres grávidas que participam do programa bienal de vigilância do HIV nas consultas pré-natais em cinco dos 36 locais sentinela em Moçambique. Duas pesquisas decorreram de Março a Junho de 2007 e 2009, nas cidades de Maputo e Beira. Duas unidades sanitárias de cada cidade foram incluídas para garantir a recolha oportuna de amostras dentro do ciclo de vigilância. De acordo com orientações da OMS, as amostras de ambas as unidades dentro da mesma área geográfica foram agrupadas antes da avaliação da TDR.

Resultados
Não foram identificadas em Maputo mutações aos inibidores nucleosídeos da transcriptase reversa (INTR) e inibidores não nucleosídeos da trancriptase reversa (INNTR). Contudo, a mutação aos INTR M41L foi encontrada em duas sequências na Beira. Esta mutação confere resistência à Estavudina (d4T) e a Zidovudina (AZT), antiretrovirais pertencentes a primeira linha de tratamento antiretroviral (TARV) em Moçambique. Em 2009, a resistência transmitida em Maputo foi baixa e foi classificada abaixo de 5% para cada uma das três classes de medicamentos analisados (INTR, INNTR e IP). Por outro lado, duas mutações NNRTI (K101E, n = 1) e (K103N, n = 2) foram encontradas na Beira. A mutação K101E confere resistência intermédia à Nevirapina (NVP) e Delavirdina (DLV) e resistência de baixo nível para Efavirenz (EFV) e Etravirina (ETR), enquanto a mutação K103N confere alto nível de resistência à NVP, DLV, e EFV. Esses padrões de mutação se encaixam no perfil de ARV usado para as opções da primeira linha de tratamento assim como para a prevencão da transmissão vertical (PTV) . Conforme esperado, foi encontrada alta prevalência de mutações secundárias aos IP’s, pois estas surgem como polimorfismos naturais em subtipos não-B encontrados no país. Curiosamente, os padrões de polimorfismos encontrados neste estudo diferem dos resultados obtidos em uma coorte Europeia para o subtipo-B.
A prevalência de TDR encontrada em Maputo, é semelhante à prevalência encontrada em pesquisas realizadas em países vizinhos como a Suazilândia, África do Sul, Malawi e Tanzânia. Mutações encontradas neste estudo estavam de acordo com as linhas terapêuticas em uso em Moçambique, bem como fármacos utilizados para o PTV. Resultados de estudos anteriores sugerem que a epidemia tem sido dominada pelo subtipo C em Moçambique.
Duas pesquisas consecutivas, em 2007 e 2009, detectaram níveis intermediários de TDR na Beira, revelando, assim, a necessidade de intensificação de programas de prevenção, juntamente com a implementação de monitoria contínua da resistência aos medicamentos em outras regiões do país.

Importância/Impacto
O estudo revela a importância e os riscos em torno do desenvolvimento de resistência do HIV aos medicamentos antirretrovirais como um ponto crucial em todos os aspectos desde a condição de saúde da população, até aos aspectos financeiros relacionados com a introducão de terapias de resgate compostas por medicamentos mais dispendiosos. O estudo é consistente com os resultados confirmados em relatórios de diferentes países da região subsariana que sugerem que o subtipo C é o principal subtipo circulante nessa região do globo, onde a opção de primeira linha é baseada em dois INTR e um INNTR ainda eficaz para o tratamento da infecção por HIV. Os níveis intermédios de Resistência Viral Transmitida encontrados na Beira, reforçam a necessidade de avaliação constante de possíveis casos de resistência devido a expansão contínua do tratamento em Moçambique.

Próximos passos?
Os pesquisadores sugerem alguns pontos para maximizar o processo de monitoria da resistência aos medicamentos:

  • É necessária a intensificação dos programas de prevenção, juntamente com a implementação de monitoria contínua da resistência aos medicamentos em outras regiões do país.
  • Classificação moderada da TDR deve ser confirmada através da repetição da pesquisa nesta área e se possível em outras áreas do país.
  • Mais trabalho deve ser feito para identificar possíveis fontes de transmissão de HIVDR, através da avaliação de programas de prevenção e intensificação da monitoria e alerta precoce para o HIVDR.

 

Para mais detalhes consulte o artigo:
Bila DC, Young P, Merks H, Vubil AS, Mahomed M, Augusto A, Abreu CM, Mabunda NJ, Brooks JI, Tanuri A, Jani IV. Evolution of primary HIV drug resistance in a subtype C dominated epidemic in Mozambique. PLoS One. 2013 Jul 30;8(7):e68213. doi: 10.1371/journal.

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